Será que você tem mau hálito e não sabe?



Pensa no que acontece quando você entra em um apartamento recém-pintado. No início o cheiro é bastante forte, mas em algum tempo ele se torna praticamente imperceptível, não é mesmo? O mesmo pode acontecer com o mau hálito.

Tudo isso é responsabilidade de um processo chamado de fadiga olfatória que é deflagrado pela enorme capacidade de adaptação do nosso olfato para que possa sentir novos cheiros. Isso acontece porque o olfato humano identifica um único odor por vez e deixa de senti-lo se ele for constante.

A fadiga olfatória explica porque deixamos de sentir o cheiro do apartamento recém-pintado e também as alterações do nosso hálito. Por isso, é muito comum pacientes que sofrem com alterações no hálito não saberem que tem o problema.

Muitas vezes, são pessoas que não entendem seu isolamento ou as dificuldades sociais e sofrem as consequências sem sequer saber que podem buscar tratamento.

Ou, o que é bastante comum também, são pacientes que chegam ao consultório com expressivos prejuízos psicossociais por acreditarem que tem mau hálito, quando, na verdade não apresentam nenhuma alteração perceptível em seu hálito.

E você? Em algum momento se sentiu desconfortável ao falar bem perto do rosto de alguém? Já colocou a mão na boca ou virou o rosto ao falar por medo de estar com mau hálito? Está sempre com chicletes, balas ou sprays para garantir um hálito fresco?

Se estas situações acontecem com você, procure um dentista qualificado, faça o exame do hálito com o halímetro e elimine suas dúvidas ou inseguranças. Este aparelho foi desenvolvido para medir a concentração dos gases responsáveis pelo mau hálito, chamados compostos sulfurados voláteis (CSV), e torna o diagnóstico objetivo, seguro e baseado em números.

Não fique na dúvida, marque uma consulta e faça seu exame do hálito!

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